quarta-feira, 20 de junho de 2018

Escorpião do mar ou Pterygotus

Apelidou-se desta forma devido à semelhança física que tem com o escorpião que agora conhecemos, embora na realidade não tenham nenhum parentesco. Descendia da família dos xifosuros e arácnidos. A sua ordem é Eurypterida.
Com uns 2,5 metros de comprimento, o escorpião do mar encontra-se desprovido de veneno para matar as suas vítimas, isso explicaria a sua posterior adaptação à água doce. Extingui-se há 250 milhões de anos.
Escorpião do mar ou Pterygotus
Fonte: Recriação de um Escorpião de mar

Dunkleosteus

O tamanho dos grandes predadores vinha marcado também pelo tamanho das presas que tinham que caçar como é o caso do dunkleosteus, um peixe que viveu há 380 milhões de anos. Media uns 10 metros de comprimentos e tratava-se de um peixe carnívoro que comia até os da sua espécie.
Dunkleosteus
Fonte: Recriação de um dunkleosteus

Livyatan melvillei

Enquanto o megalodon nos lembra um tubarão gigante e o liopleurodon um crocodilo marinho, o livyatan é sem dúvida um parente afastado do cachalote.
Viveu há uns 12 milhões de anos onde agora é o deserto de Ica (Perú) e foi descoberto pela primeira vez em 2008. Media uns 17,5 metros de comprimento e observando os seus enormes dentes não restam dúvidas que era um terrível predador.
Livyatan melvillei
Fonte: Recriação do livyatan melvillei

liopleurodon

Trata-se de um grande réptil marinho e carnívoro que vivia no Jurássico e no Cretácico. Considera-se que o liopleurodon não teve nenhum predador nessa altura.
O tamanho deste gera controvérsia por parte dos investigadores embora regra geral se fale de um réptil de uns 7 metros ou mais. O que sim é certo é que as suas enormes barbatanas o convertiam em um caçador letal e ágil.
O liopleurodon

Megalodon ou Megalodonte

O Planeta Terra divide-se em superfície terrestre e água representando 30% e 70% respetivamente. O que isso significa? Que atualmente é provável que existam mais animais marinhos que terrestres escondidos em todos os mares do mundo.
A dificuldade de investigação do fundo marinho faz com que as tarefas de procura de fósseis sejam árduas e complicadas. Devido a estas investigações descobrem-se animais novos todos os anos.
Trata-se de um tubarão de grandes dimensões que habitou na terra até há um milhão de anos. Não se sabe com certeza se partilhou o hábitat com os dinossauros mas sem dúvida é um dos animais mais assustadores da pré-história. Media uns 16 metros de comprimento e os seus dentes eram maiores que as nossas mãos. Isso sem dúvida que o converte em um dos animais mais poderosos que existiu na Terra.
O Megalodon ou Megalodonte
Fonte: Recreação do tamanho de um megalodon
Fonte: Mandíbula de um megalodon

Polvo-de-anéis-azuis

O polvo-de-anéis-azuis (hapalochlaena) é um dos moluscos cefalópodes que não chega a medir mais de 20 centímetros, mas possui um dos venenos mais mortais do mundo animal. Tem uma cor marrom escuro amarelado e caracterizam-se pode ter na sua pele uns anéis de cor azul e preto que brilham com intensidade se se sentirem ameaçados. vivem em águas do oceano Pacífico e alimentam-se de pequenos caranguejos e lagostins.
veneno neurotóxico da sua picada produz uma coceira no começo e, gradualmente, uma paralisia respiratória e motriz, que pode levar à morte da pessoa em apenas 15 minutos. Não existe antidoto para a sua picada. Graças a umas bactérias segregadas nas glândulas salivares do polvo, estes animais têm veneno suficiente para matar 26 seres humanos em poucos minutos.
Polvo-de-anéis-azuis

Peixe pedra

O Peixe Pedra (synanceia horrida), junto com os peixes-balão, são um dos peixes mais venenosos do mundo marinho. Pertence à espécie de peixes actinopterigios escorpeniformes, uma vez que possuem uns prolongamentos espinhosos parecidos aos dos escorpiões. Estes animais mimetizam-se perfeitamente no seu meio envolvente, sobretudo nas zonas rochosas do meio aquático (daí o seu nome), por isso é muito fácil pisá-los se estiver mergulhando. Vivem nas águas dos oceanos Índico e Pacífico, e alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos.
O veneno destes animais está localizado nas farpas das barbatanas dorsais, anais e pélvicas, e contém neurotoxinas e citotoxinas, mais letais que o veneno de uma cobra. A sua picada produz inchaço, dores de cabeça, espasmos intestinais, vômitos e hipertensão arterial, e se não for tratada a tempo, paralisia muscular, convulsões, arritmias cardíacas ou inclusivamente paragens cardiorrespiratórias, causadas pela forte dor que este veneno produz no nosso corpo. Se nos picar com uma das suas farpas, espera-nos uma cura lenta e dolorosa das feridas...
Peixe pedra